terça-feira, 14 de agosto de 2012

2º aula da oficina dia 13/08/2012


  • Dinâmica da cooperatividade.
  • Narração e encenação do conto: O MISTÉRIO DO SOBRINHO PERFUMADO.
  • Criação de uma PARÁFRASE DO CONTO.
  • LEITURA ESPONTANEA DAS HISTÓRIAS.




















Produções dos contos cheios de mistérios dos alunos que estão participando da oficina


CONTOS

Um certo dia eu estava na quadra quando um amigo meu percebeu que o celular dele tinha sumido, ele acusou um suspeito, mas o sujeito não queria entregar o celular. A vítima chamou a polícia mais o suspeito colocou o celular dentro da sacola de outra pessoa, quando a polícia chegou para revistar o suspeito não encontrou nada com ele, foi procurar e achou na mochila da menina que não tinha nada ver com o caso, mas no final a polícia acabou descobrindo, porque ele pegou o chip e colocou no celular dele quando a polícia ligou quem atendeu foi ele.
Daniel 

O mistério do ladrão de galinhas

Numa certa noite, às 0134 da madrugada um ladrão entrou numa fazenda e roubou galinhas da fazenda, até que um dia sumiram todas as galinhas e o velho quando descobriu que as galinhas sumiram ele ligou para Sherlock.
Então, é mais um caso para Sherlock, o detetive começou a procurar pistas e achou uma bota, um par de luvas e um saco preto. Perguntou ao velhinho quem morava com ele e a velha respondeu:
- Sim, o meu ajudante e a minha empregada.
Então, logo em seguida, ele achou uma faca de cozinha.
Demorou alguns meses, o ladrão foi mais uma vez, só que  dessa vez o  velho estava preparado e quando o ladrão entrou no celeiro foi descoberto: era o ajudante. Ele disse que roubava porque o salário era pouco. Ele foi preso. Esse é o caso do ladrão de galinhas.
Isaque Alves  da Silva

O menino atropelado

Era uma vez um menino que era muito alegre e um dia ele estava jogando bola e de repente um carro atropelou o menino que desmaiou na hora. O homem do carro estava bêbado nem voltou para ver o menino e encheu de pessoas na rua, ligaram para a Samu e socorreu o menino.
O menino ficou na cadeira de rodas e uma velhinha viu na hora que o menino foi atropelado, ela foi na polícia, pois queria ajudar o menino, desenharam o rosto do homem que atropelou o menino, assim soube quem foi que atropelou o menino e a polícia bateu na porta da casa do homem e quando ele abriu a porta era  a polícia que prendeu o rapaz e a pena da prisão foi  de 13 anos.
Vinícius 

Duas melhores amigas

Era uma vez duas meninas, uma chamada Daniela e a outra chamada Bruna. Elas eram muito amigas como se fossem duas irmãs. Elas saiam juntas. Uma dormia na casa da outra quando foi um dia elas brigaram, mas  foi uma briga feia mesmo, elas não aguentavam se ver porque já queriam brigar. Mas isso tudo aconteceu porque Daniela inventou uma mentira com o nome de Bruna, a mentira que ela inventou foi que Bruna tinha pegado um batom dela, chamou os pais uma da outra e  sentaram pra conversar, só que na conversa Daniela começou a ficar vermelha e o pai de Bruna começou a perguntar a ela se foi ela que tinha feito aquilo mesmo.
E foi aí que Daniela ficou com a consciência pesada e também ela pensou assim, que ela não podia ter feito aquilo com a sua melhor amiga, e foi ai que ela confessou e contou a verdade, foi ela que tinha inventado, foi ela que colocou dentro do quite de maquiagem da sua melhor amiga o batom. Pra terminar, foi Daniela que tinha pegado o seu próprio batom e colocado nas coisas de sua amiga, todos descobriram toda a verdade, foi Daniela.
Camila 



Uma história mal contada

Era uma vez um homem que gostava muito de beber. Uma vez ele foi num lugar que tinha muita gente brigando e bebendo. Um certo dia, ele voltou no mesmo lugar às 11 horas da noite. Só que nessa noite não tinha ninguém e ele foi andando, lá na frente encontrou um corpo no chão e não tinha ninguém na hora. Mas saindo daquele lugar, ele encontrou um velho que estava passando muito assustado.
O homem perguntou se ele viu quem assassinou aquele homem, ele não respondeu. Ele voltou para o lugar e ligou para a polícia. Veio a polícia e a perícia e examinou o corpo e levou o homem para dar testemunho. Ele foi no departamento e contou tudo que viu. Só que ali a história não acabou.
A polícia chamou o velho para testemunhar. O velho falou que não viu nada. Só que ele estava mentindo, só que a primeira pessoa que foi lá contar a versão estava lá rindo. Ele contou para a polícia que quando saiu do lugar do crime achou aquele velho era suspeito da morte, porque quando ele estava saindo dali ele estava lá todo assustado. Ele falou para o delegado que ele era inocente. Só que o delegado não acreditou no velho. Aí o delegado mandou fazer o exame ele saiu correndo da delegacia. Os policiais saíram atrás dele e mandou que ele levasse na casa do velho. Quando os policiais chegaram na casa, descobriram que ele morava sozinho.
A casa dele era muito misteriosa. Os policiais começaram a procurar a arma do crime. E procurando, procurando eles encontraram um veneno que foi igual ao que estava no sangue do morto. Aí os policiais puxaram a ficha do homem e descobriram que ele era ladrão e assassino. A polícia tornou a chamar ele, aí ele não aguentou mais os policiais todo dia ligando para ele. Ele acabou confessando o crime que ocorreu no dia 07/02/2001, às 11 horas da noite. O velho foi preso, assim acabou o suspense.
Mariana Silva



Mistério

Era uma vez uma velha que morava em uma casinha muito longe da cidade, ela era sozinha. Não tinha nenhum parente, ela era bancária, tinha muito dinheiro na casa escondido em um cofre. Certo dia ela estava sentada na varanda de sua casa, uma pessoa que morava perto da casa da velha passou e viu ela sentada, mas no outro dia ela passou e estranhou porque não viu ela na varanda. Bateu na porta e ninguém respondeu, ela empurrou a porta e viu a velha caída no chão com uma corda no pescoço. Ela chamou a polícia e quando a polícia chegou ela falou que quando chegou na casa viu a velha já no chão.
Mas a polícia não sabia que tinha outra pessoa vigiando tudo o que se passava. Passou um tempo e a polícia pegou a pessoa que estava vigiando. A pessoa falou que a mulher entrou na casa e meia hora depois saiu da casa da velha com uma sacola com coisas dentro. A pessoa se aproximou e viu a velha no chão morta.
Leandro 




O cachorro e a velha

Era uma vez um menino que era cego, ele brincava com seus colegas Leandro e Marcelo. Um dia uma pobre senhora saiu de sua casa e foi na feira e lá tinha um cachorro muito bonito. Todo mundo pedia para a velha me dar esse cachorro e ela sempre falava não. Um dia ela saiu para a feira e Leandro e o cego jogavam bola aí a bola caiu no quintal dela, mas como ela não estava lá eles decidiram pular o muro. Quando eles pularam eles viram o cachorro e o cachorro seguiu atrás dos meninos e correu, correu muito.
Os meninos pensaram que ele ia morder eles, quando o cachorro chegou perto dos meninos e o cachorro alisou eles e os meninos pensaram que ia morder eles e o cachorro ficou na casa dos meninos e quando a pobre velhinha chegou o cachorro não estava mais e ela falou:
- Meu Deus, meu Deus! Meu cachorro sumiu.
E ela ligou para a polícia e aí a polícia e ela ficaram cinco dias procurando o cachorro. Aí depois de cinco dias o cachorro voltou para a casa e a velha perguntou:
- Onde você estava? Fui atrás de você.

Marcos Vinícius 



O menino e o vizinho

Era uma vez um menino que gostava de jogar bola. Em um certo dia ele foi brincar e ele chutou e acertou em um portão. O dono do portão reclamou ele. Quando foi de noite ele esqueceu a bola no quintal. No outro dia quando ele foi brincar ele não achou a bola. Ele procurou, procurou e não achou. Ele começou a suspeitar do vizinho que tinha reclamado ele, mas ele também pensou que tinha sido um ladrão que tinha entrado na casa dele e pegou a bola. Ele chamou o vizinho e perguntou e o vizinho lhe disse:
- Eu não sei. Não foi eu e eu ouvi um barulho estranho a noite.
E o menino começou a achar que tinha sido um ladrão que tinha entrado no quintal dele e no outro dia ele foi no quintal para ver se a bola dele estava no quintal. Na hora que ele chegou lá a bola não estava lá ele começou a chorar. Na hora que ele foi na porta ele viu o filho do vizinho brincando com a bola dele e ele perguntou para o filho do vizinho e ele falou:
- Meu pai que achou e me deu.
Depois ele foi descobrir que tinha sido o vizinho que tinha roubado a bola dele e o vizinho foi preso porque ele roubava coisas dos outros. Ele foi preso e o filho do vizinho devolveu a bola para o menino.
Leonardo



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